Problemas vão e vem e eu continuo aqui...
Ahhhhh como é bom ser eu mesma
kkkkkkk
Realmente espero que nesse novo ano seja tudo diferente, vou cair de corpo e alma em uma coisa que se chama monografia, minha meta de vida atual....
Tudo o que eu mais quero no momento!!!!
Força e tranquilidade que se nota no olhar de um peregrino,
Força e vitalidade que ve nota nas atitudes de um peregrino,
Força e coragem que se nota nos passos de um peregrino,
Força e amor que se nota nas palavras de um peregrino,
Força e esperança que se nota nas palavras de um peregrino,
Força e fé que se nota no silencio de um peregrino....
E assim me vou, pelos caminhos, pelas retas e curvas,
Pelas estradas da vida do peregrinar,
Indo em direção a fé que se move movendo com ela o meu corpo.
Vida feliz.
Vida completa.
Vida de procura.
Peregrinar rumo ao encontro do meu querer....
Obrigada a Deus e a Santiago por este ano terrivel,
Obrigada pela forrça dada e por suppera-lo,
E no proximo ano que se encontra diante de nossa proxima curva,
Vamos encontrar aquilo que se perdeu, e percorrer o perdido é a meta e o unico rumo deste proximo anos de peregrinação...
Um otimo Ano de peregrinar a todos meus amigos e a todas as almas que aqui estão, sobre está terra.
Violet
Aprendi que existem diversos assuntos que me encantam... Pouco a pouco, vou deixando aqui parte das minhas "descobertas" e da minha grande "procura pelo buscar"...
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Mistérios de Mistral
Ventos de verão - ventos do além - vento mistral, misterioso vento que tudo me dá, que tudo me permite, que tudo me mostra, da doença a felicidade, da alegria a luz, das névoas as folhas secas que caem ao chão...
Mistral querido vento que tanto me diz...
Mistral minha mais doce viagem, meu mais profundo enigma....
Meu morador de minha casa mágica sem morada....
Misterioso, amado, querido e temperamental Mistral, Mistral, Mistral
Meu mais querido, o mais amado entre todos
Mistral...
Violet
Mistral querido vento que tanto me diz...
Mistral minha mais doce viagem, meu mais profundo enigma....
Meu morador de minha casa mágica sem morada....
Misterioso, amado, querido e temperamental Mistral, Mistral, Mistral
Meu mais querido, o mais amado entre todos
Mistral...
Violet
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Dagda - Nosso Senhor
O deus supremo do panteão do irlandês parece ter sido Dagda. É Deus Druid deus dos druidas, senhor dos elementos e conhecimento, um advogado e um temível guerreiro. Durante a segunda batalha de Mag fabricados levou o Tuatha de Danann, a vitória sobre o Fomoré. É chamado de Dagda, que é "bom deus", não é bom no sentido moral, mas bom em tudo. Tem sido chamado Eochid ("pai de todos"), Latha ("pai potente") e Rofhessa Ruadh ("ciência do foguete vermelho".) Dagda é uma figura paterna, um protetor da tribo eo deus celta básica outras divindades masculinas foram variantes. Celtic deuses eram em grande parte das instituições não-especializada, e talvez devamos vê-los como um clã do que como um panteão formal. Em certo sentido, todos os deuses e deusas celtas eram como o deus grego Apolo, que nunca poderia ser descrito como um deus de nada.
Devido à natureza de Dagda é uma figura ridícula de diversão na mitologia irlandesa, alguns autores concluem que ele estava confiante o suficiente para ser benevolente (ou ineficazes) para tolerar uma piada às suas custas.
Contos irlandeses descrevem Dagda como uma figura de poder, facilmente se distinguem pela sua extrema ganância e sexualidade transbordante. Leve uma panela cujos conteúdos são inesgotáveis, o protótipo do Graal, uma harpa mágica que pode desempenhar, por si só, um ar de arrependimento, sono, morte ou riso.Ele também tem um martelo, se alguém bate com um final, o mata se ele faz com os outros, ele volta. É, portanto, o deus da vida e da morte, bastante ambígua e possuindo forças formidável que pode ser bom ou ruim. Em Dorset, há uma famosa silhueta de uma mãe fálica gigante conhecido como o Gigante de Cerne Abbas, mostrando uma marreta. Embora isso foi feito na época romana, por um longo tempo se pensava que representam Dagda entretanto, esta foi reexaminada em tempos recentes, estudos recentes mostram que pode ter sido uma representação do que parece ser um amplo pano pendurado no braço horizontal da figura, levando à suspeita de que isso realmente representa um Hércules (Héracles), com a pele do Leão de Neméia sobre seu braço e levar o clube que ele usou para matar. Na Gália, é especulado para ser associada com Sucellos Dagda, deus da agricultura, silvicultura e bebidas alcoólicas, desde que com um martelo e uma bebida.
Nas últimas épico contos e romances arturianos no caráter Dagda aparece muitas vezes na forma de um "Homem da Floresta", um palhaço que tem um clube e que é senhor de animais silvestres.
Devido à natureza de Dagda é uma figura ridícula de diversão na mitologia irlandesa, alguns autores concluem que ele estava confiante o suficiente para ser benevolente (ou ineficazes) para tolerar uma piada às suas custas.
Contos irlandeses descrevem Dagda como uma figura de poder, facilmente se distinguem pela sua extrema ganância e sexualidade transbordante. Leve uma panela cujos conteúdos são inesgotáveis, o protótipo do Graal, uma harpa mágica que pode desempenhar, por si só, um ar de arrependimento, sono, morte ou riso.Ele também tem um martelo, se alguém bate com um final, o mata se ele faz com os outros, ele volta. É, portanto, o deus da vida e da morte, bastante ambígua e possuindo forças formidável que pode ser bom ou ruim. Em Dorset, há uma famosa silhueta de uma mãe fálica gigante conhecido como o Gigante de Cerne Abbas, mostrando uma marreta. Embora isso foi feito na época romana, por um longo tempo se pensava que representam Dagda entretanto, esta foi reexaminada em tempos recentes, estudos recentes mostram que pode ter sido uma representação do que parece ser um amplo pano pendurado no braço horizontal da figura, levando à suspeita de que isso realmente representa um Hércules (Héracles), com a pele do Leão de Neméia sobre seu braço e levar o clube que ele usou para matar. Na Gália, é especulado para ser associada com Sucellos Dagda, deus da agricultura, silvicultura e bebidas alcoólicas, desde que com um martelo e uma bebida.
Nas últimas épico contos e romances arturianos no caráter Dagda aparece muitas vezes na forma de um "Homem da Floresta", um palhaço que tem um clube e que é senhor de animais silvestres.
The Harp of Dagda - Tobar de Morte
Minha harpa voa para mim!
E ele canta aquela melodia mágica.
Minha harpa voa para mim!
E isso porque o sono para a eternidade.
Minha harpa voa para mim!
E isso que você nos traz a felicidade.
Minha harpa voa para mim!
E isso porque a tristeza nesta noite.
Dagda, e sua harpa encantada,
O governante da vida e da morte.
Dagda, o deus da terra,
O mestre da magia e da guerra.
Dagda, que nos proteja e nos guie para a luz.
Dagda, toca sua harpa eternamente para nós ...
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
A ampulheta corre as areias do tempo...
O ciclo está se fechando novamente e a cada dia que se passa as mensagens vem mais forte
O ultimo cavaleiro chegou, veio buscar o que é dele de direito a muito dito que viria.
A paz aos poucos volta a medida que o nove volta as minhas mãos;
O alívio se torna parte da alma que a muito ficou perturbada...
Os sinos tocam ao longe,
O vento vem mais forte.
Estou pronta para terminar o que foi iniciado,
Estou feliz por acabar com esse fardo,
Estou querendo a alegria novamente e aos pouco minha alma se acostuma com o sua doce melodia,
O que está por vir se torna motivo de atenção,
O ultimo e mais esperado encontro,
Contemplar os olhos de Deus,
Ter a visão de casa novamente...
Seguir o caminho do peregrino;
Não mais estarei sozinha,
ele vem ao meu encontro,
Posso notar a cada dia que se passa sua chegada.
Quero estar com os olhos abertos para ver sua alma iluminada vindo em minha direção...
Casa me chama novamente, uma ultima vez...
Aquele a qual entregarei o futuro se faz mais treinado a cada dia.
Estarei pronta para partir...
Não olharei para os lado, nem para o que ficou...
Estou apenas aguardando o momento de voar de volta para casa com aquele que espero...
Breve será a sua chegada.
Doze longos anos de espera estão no fim...
A alegria novamente volta aos poucos
Agape já está aqui se manifesta de forma fácil e simples, como os simples de coração...
Nada mais quero além de seguir de mãos dadas rumo a maravilha que será voltar para casa...
A ampulheta corre de maneira rapida caindo por sua garganta as areias do tempo,
Mãe estou indo...
Mãe espere, sua filha e seu filho
Logo ambos como um livres em seus braços...
E no céu mais uma estrela írá brilhar, a estrela dos gêmeos e cansados magos da luz...
Violet
domingo, 24 de outubro de 2010
Visões da Mãe...
O homem pode ser o sol, mas a mulher na maioria das vezes é a lua, que ilumina em meio a escuridão ou se oculta entre ela o observando em silencio e em segredo. Assim como o jovem se encanta com a velha bruxa e vê nela a possibilidade de ter alguma coisa a bruxa foge do jovem, pois nele está o desejo da juventude que se perdeu entre as marcas em seu rosto e as cicatrizes de sua alma, o jovem ama a possibilidade de ser fazer algo novo, a bruxa teme que a juventude se perca.
O sol clareia tudo, é fogo que arde mesmo quando não se deve que torna intenso todos os momentos e que não se cala evocando tudo o que se está vivo a se manifestar. A lua é o silencio, é o medo dos vivos é o descansar daqueles que se manifestaram e se cansaram com o poder hostil do sol, a lua chama silenciosamente aqueles que se colocaram contra a prepotência do sol e se recolheram se escondendo nos locais onde ele não pode chegar a lua os chama sem lhes ferir aos olhos, cantando uma doce melodia rompendo as barreiras do tempo espaço, chama a se manifestarem de maneira sutil e entorpecente, lua misteriosa que nada obriga e a tudo respeita, dando o direito dos seres escravos do sol, se colocarem em repouso e entrarem nos mistérios da noite que tudo revela, em sua sensibilidade grandiosa e trás consigo os seres que habitam esse grande enigma da vida da magia, seres noturnos saem de seus esconderijos e se colocam a seguir seus caminhos e suas atividades mágicas, seres da noite levantam-se para glorificar a mãe amada, terna e carinhosa.
Assim são os homens e as mulheres, os homens a força torpe do sol, que queima devoradora da vida e escurece aos olhos com sua claridade e energia da força bruta, essencial para se prosseguir, mas a mulher é o outro lado, é a bondade da lua que se levanta e da o descanso aqueles que são escravos do sol, com sua grande melodia magicamente os enfeitiça levando-os ao mundo dos sonhos e fazendo com que vejam aquilo que o sol escondeu durante seu domínio, a lua bondosa e misteriosa revela, sendo assim temida por todos, ela rompe e sobrevive em meio as trevas e domina a força do oculto, das mares levando e voltando as águas, guiando os impetuosos entre os vales do alem morte da noite escura, e se recolhendo de tempos em tempos para que nunca se esqueça de sua soberania e que sem ela não seria possível se viver em meio a escuridão total que o sol mesquinhamente provoca com sua ausência, a qual a mãe bondosa se levante em defesa de todas as criaturas, não as diferenciando entre belas e feias, de pureza ou sombras, das criaturas mais mágicas e angelicais até as mais sinistras e maléficas, a mãe ama a todos, incondicionalmente.
A mãe da a vida, se unindo a escuridão de tempos em tempos, sendo copulada e criando novas criaturas, até o lado negro do sol não resiste a ela pois seu lado negro de sombras a toma, com tanta vontade e desejo que muitos dos seres do sol, param para ver sua copulação com a adorável mãe, a mãe não se nega, a mãe protege, a mãe tudo dá, das terras das brumas, aos lagos silenciosos aos mares agitados, da solidão das montanhas gélidas ao estremo deserto ela se faz presente, mesmo os raios tenebrosos rompendo os céus fugitivo das águas da chuva lhe dão espaço, a mãe silenciosa, e quando ela se enche de gloria com sua gestação maravilhosa, seus amados seres os lobos cantam em sua homenagem, uma canção tão antiga que causa arrepios a qualquer ser vivo e todos se calam para que seus servos possam louvar a deusa que da a vida e a morte.
Linda lua no céu, lua cor de prata, dos amantes, lua negra dos ocultos servos dos poderes antigos, lua vermelha do desejo dos vampiros, slogs e todas as criaturas antigas e mágicas, mãe geradora e provedora, lua, deusa mulher, deusa dos desejos, deusa do sexo e de todos os sentidos, lua amada mãe minha mãe..
De sua serva, que sempre lhe da reverencias...
Violet.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Proverbios do Inferno.
Proverbios do Inferno.
No tempo da semeadura, aprende; na colheita, ensina; no inverno, desfruta.
Conduz teu carro e teu arado por sobre os ossos dos mortos.
A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria.
A Prudência é uma solteirona rica e feia, cortejada pela Impotência.
Quem deseja, mas não age, gera a pestilência.
O verme partido perdoa ao arado.
Mergulha no rio quem gosta de água.
O tolo não vê a mesma árvore que o sábio.
Aquele, cujo rosto não se ilumina, jamais há de ser uma estrela.
A Eternidade anda apaixonada pelas produções do tempo.
A abelha atarefada não tem tempo para tristezas.
Os alimentos sadios não são apanhados com armadilhas ou redes.
Torna do número, do peso e da medida em ano de escassez.
Um cadáver não vinga as injúrias.
O ato mais sublime é colocar outro diante de ti.
Se o louco persistisse em sua loucura, acabaria se tornando sábio.
A loucura é o manto da velhacaria.
O manto do orgulho é a vergonha.
Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da educação.
As Prisões se constroem com as pedras da Lei, os Bordéis, com os tijolos da Religião.
O orgulho do pavão é a glória de Deus.
A luxúria do bode é a bondade de Deus.
A fúria do leão é a sabedoria de Deus.
A nudez da mulher é a obra de Deus.
O rugir dos leões, o uivar dos lobos, o furor do mar tempestuoso e a espada destruidora são fragmentos de eternidade grandes demais para os olhos humanos.
A raposa condena a armadilha, não a si própria.
Os júbilos fecundam. As tristezas geram.
Que o homem use a pele do leão; a mulher a lã da ovelha.
O pássaro, um ninho; a aranha, uma teia; o homem, a amizade.
O que hoje se prova, outrora era apenas imaginado.
A ratazana, o camundongo, a raposa, o coelho olham as raízes; o leão, o tigre, o cavalo, o elefante olham os frutos.
A cisterna contém; a fonte derrama.
Um só pensamento preenche a imensidão.
Dize sempre o que pensa, e o homem torpe te evitará.
Tudo o que se pode acreditar já é uma imagem da verdade.
A águia nunca perdeu tanto o seu tempo como quando resolveu aprender com a gralha.
Da água estagnada espera veneno.
A raposa provê para si, mas Deus provê para o leão.
No tempo da semeadura, aprende; na colheita, ensina; no inverno, desfruta.
Conduz teu carro e teu arado por sobre os ossos dos mortos.
A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria.
A Prudência é uma solteirona rica e feia, cortejada pela Impotência.
Quem deseja, mas não age, gera a pestilência.
O verme partido perdoa ao arado.
Mergulha no rio quem gosta de água.
O tolo não vê a mesma árvore que o sábio.
Aquele, cujo rosto não se ilumina, jamais há de ser uma estrela.
A Eternidade anda apaixonada pelas produções do tempo.
A abelha atarefada não tem tempo para tristezas.
Os alimentos sadios não são apanhados com armadilhas ou redes.
Torna do número, do peso e da medida em ano de escassez.
Um cadáver não vinga as injúrias.
O ato mais sublime é colocar outro diante de ti.
Se o louco persistisse em sua loucura, acabaria se tornando sábio.
A loucura é o manto da velhacaria.
O manto do orgulho é a vergonha.
Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da educação.
As Prisões se constroem com as pedras da Lei, os Bordéis, com os tijolos da Religião.
O orgulho do pavão é a glória de Deus.
A luxúria do bode é a bondade de Deus.
A fúria do leão é a sabedoria de Deus.
A nudez da mulher é a obra de Deus.
O rugir dos leões, o uivar dos lobos, o furor do mar tempestuoso e a espada destruidora são fragmentos de eternidade grandes demais para os olhos humanos.
A raposa condena a armadilha, não a si própria.
Os júbilos fecundam. As tristezas geram.
Que o homem use a pele do leão; a mulher a lã da ovelha.
O pássaro, um ninho; a aranha, uma teia; o homem, a amizade.
O que hoje se prova, outrora era apenas imaginado.
A ratazana, o camundongo, a raposa, o coelho olham as raízes; o leão, o tigre, o cavalo, o elefante olham os frutos.
A cisterna contém; a fonte derrama.
Um só pensamento preenche a imensidão.
Dize sempre o que pensa, e o homem torpe te evitará.
Tudo o que se pode acreditar já é uma imagem da verdade.
A águia nunca perdeu tanto o seu tempo como quando resolveu aprender com a gralha.
Da água estagnada espera veneno.
A raposa provê para si, mas Deus provê para o leão.
sábado, 2 de outubro de 2010
O SILÊNCIO DOS LOBOS
Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?
Os Lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exactamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe... Sorria... Silencie... Vá em frente...
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correcto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "ARREPENDO-ME DE COISAS QUE DISSE, MAS JAMAIS DE MEU SILÊNCIO".
Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas."
Aldo Novak
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?
Os Lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exactamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe... Sorria... Silencie... Vá em frente...
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correcto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "ARREPENDO-ME DE COISAS QUE DISSE, MAS JAMAIS DE MEU SILÊNCIO".
Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas."
Aldo Novak
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