terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Força e fé que se nota no silencio de um peregrino....

Problemas vão e vem e eu continuo aqui...
Ahhhhh como é bom ser eu mesma
kkkkkkk
Realmente espero que nesse novo ano seja tudo diferente, vou cair de corpo e alma em uma coisa que se chama monografia, minha meta de vida atual....
Tudo o que eu mais quero no momento!!!!

Força e tranquilidade que se nota no olhar de um peregrino,
Força e vitalidade que ve nota nas atitudes de um peregrino,
Força e coragem que se nota nos passos de um peregrino,
Força e amor que se nota nas palavras de um peregrino,
Força e esperança que se nota nas palavras de um peregrino,
Força e fé que se nota no silencio de um peregrino....

E assim me vou, pelos caminhos, pelas retas e curvas,
Pelas estradas da vida do peregrinar,
Indo em direção a fé que se move movendo com ela o meu corpo.
Vida feliz.
Vida completa.
Vida de procura.
Peregrinar rumo ao encontro do meu querer....

Obrigada a Deus e a Santiago por este ano terrivel,
Obrigada pela forrça dada e por suppera-lo,
E no proximo ano que se encontra diante de nossa proxima curva,
Vamos encontrar aquilo que se perdeu, e percorrer o perdido é a meta e o unico rumo deste proximo anos de peregrinação...

Um otimo Ano de peregrinar a todos meus amigos e a todas as almas que aqui estão, sobre está terra.


Violet

sábado, 27 de novembro de 2010

Mistérios de Mistral

Ventos de verão - ventos do além - vento mistral, misterioso vento que tudo me dá, que tudo me permite, que tudo me mostra, da doença a felicidade, da alegria a luz, das névoas as folhas secas que caem ao chão...
Mistral querido vento que tanto me diz...
Mistral minha mais doce viagem, meu mais profundo enigma....
Meu morador de minha casa mágica sem morada....
Misterioso, amado, querido e temperamental Mistral, Mistral, Mistral
Meu mais querido, o mais amado entre todos
Mistral...

Violet

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dagda - Nosso Senhor


O deus supremo do panteão do irlandês parece ter sido Dagda. É Deus Druid deus dos druidas, senhor dos elementos e conhecimento, um advogado e um temível guerreiro. Durante a segunda batalha de Mag fabricados levou o Tuatha de Danann, a vitória sobre o Fomoré. É chamado de Dagda, que é "bom deus", não é bom no sentido moral, mas bom em tudo. Tem sido chamado Eochid ("pai de todos"), Latha ("pai potente") e Rofhessa Ruadh ("ciência do foguete vermelho".) Dagda é uma figura paterna, um protetor da tribo eo deus celta básica outras divindades masculinas foram variantes. Celtic deuses eram em grande parte das instituições não-especializada, e talvez devamos vê-los como um clã do que como um panteão formal. Em certo sentido, todos os deuses e deusas celtas eram como o deus grego Apolo, que nunca poderia ser descrito como um deus de nada.
Devido à natureza de Dagda é uma figura ridícula de diversão na mitologia irlandesa, alguns autores concluem que ele estava confiante o suficiente para ser benevolente (ou ineficazes) para tolerar uma piada às suas custas.

Contos irlandeses descrevem Dagda como uma figura de poder, facilmente se distinguem pela sua extrema ganância e sexualidade transbordante. Leve uma panela cujos conteúdos são inesgotáveis, o protótipo do Graal, uma harpa mágica que pode desempenhar, por si só, um ar de arrependimento, sono, morte ou riso.Ele também tem um martelo, se alguém bate com um final, o mata se ele faz com os outros, ele volta. É, portanto, o deus da vida e da morte, bastante ambígua e possuindo forças formidável que pode ser bom ou ruim. Em Dorset, há uma famosa silhueta de uma mãe fálica gigante conhecido como o Gigante de Cerne Abbas, mostrando uma marreta. Embora isso foi feito na época romana, por um longo tempo se pensava que representam Dagda entretanto, esta foi reexaminada em tempos recentes, estudos recentes mostram que pode ter sido uma representação do que parece ser um amplo pano pendurado no braço horizontal da figura, levando à suspeita de que isso realmente representa um Hércules (Héracles), com a pele do Leão de Neméia sobre seu braço e levar o clube que ele usou para matar. Na Gália, é especulado para ser associada com Sucellos Dagda, deus da agricultura, silvicultura e bebidas alcoólicas, desde que com um martelo e uma bebida.

Nas últimas épico contos e romances arturianos no caráter Dagda aparece muitas vezes na forma de um "Homem da Floresta", um palhaço que tem um clube e que é senhor de animais silvestres.




The Harp of Dagda - Tobar de Morte
Minha harpa voa para mim!
E ele canta aquela melodia mágica.
Minha harpa voa para mim!
E isso porque o sono para a eternidade.
Minha harpa voa para mim!
E isso que você nos traz a felicidade.
Minha harpa voa para mim!
E isso porque a tristeza nesta noite.
Dagda, e sua harpa encantada,
O governante da vida e da morte.
Dagda, o deus da terra,
O mestre da magia e da guerra.
Dagda, que nos proteja e nos guie para a luz.
Dagda, toca sua harpa eternamente para nós ...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A ampulheta corre as areias do tempo...

O ciclo está se fechando novamente e a cada dia que se passa as mensagens vem mais forte
O ultimo cavaleiro chegou, veio buscar o que é dele de direito a muito dito que viria.
A paz aos poucos volta a medida que o nove volta as minhas mãos;
O alívio se torna parte da alma que a muito ficou perturbada...
Os sinos tocam ao longe,
O vento vem mais forte.
Estou pronta para terminar o que foi iniciado,
Estou feliz por acabar com esse fardo,
Estou querendo a alegria novamente e aos pouco minha alma se acostuma com o sua doce melodia,
O que está por vir se torna motivo de atenção,
O ultimo e mais esperado encontro,
Contemplar os olhos de Deus,
Ter a visão de casa novamente...
Seguir o caminho do peregrino;
Não mais estarei sozinha,
ele vem ao meu encontro,
Posso notar a cada dia que se passa sua chegada.
Quero estar com os olhos abertos para ver sua alma iluminada vindo em minha direção...
Casa me chama novamente, uma ultima vez...
Aquele a qual entregarei o futuro se faz mais treinado a cada dia.
Estarei pronta para partir...
Não olharei para os lado, nem para o que ficou...
Estou apenas aguardando o momento de voar de volta para casa com aquele que espero...
Breve será a sua chegada.
Doze longos anos de espera estão no fim...
A alegria novamente volta aos poucos
Agape já está aqui se manifesta de forma fácil e simples, como os simples de coração...
Nada mais quero além de seguir de mãos dadas rumo a maravilha que será voltar para casa...
A ampulheta corre de maneira rapida caindo por sua garganta as areias do tempo,
Mãe estou indo...
Mãe espere, sua filha e seu filho
Logo ambos como um livres em seus braços...
E no céu mais uma estrela írá brilhar, a estrela dos gêmeos e cansados magos da luz...
 

Violet

domingo, 24 de outubro de 2010

Visões da Mãe...


O homem pode ser o sol, mas a mulher na maioria das vezes é a lua, que ilumina em meio a escuridão ou se oculta entre ela o observando em silencio e em segredo. Assim como o jovem se encanta com a velha bruxa e vê nela a possibilidade de ter alguma coisa a bruxa foge do jovem, pois nele está o desejo da juventude que se perdeu entre as marcas em seu rosto e as cicatrizes de sua alma, o jovem ama a possibilidade de ser fazer algo novo, a bruxa teme que a juventude se perca.
O sol clareia tudo, é fogo que arde mesmo quando não se deve que torna intenso todos os momentos e que não se cala evocando tudo o que se está vivo a se manifestar. A lua é o silencio, é o medo dos vivos é o descansar daqueles que se manifestaram e se cansaram com o poder hostil do sol, a lua chama silenciosamente aqueles que se colocaram contra a prepotência do sol e se recolheram se escondendo nos locais onde ele não pode chegar a lua os chama sem lhes ferir aos olhos, cantando uma doce melodia rompendo as barreiras do tempo espaço, chama a se manifestarem de maneira sutil e entorpecente, lua misteriosa que nada obriga e a tudo respeita, dando o direito dos seres escravos do sol, se colocarem em repouso e entrarem nos mistérios da noite que tudo revela, em sua sensibilidade grandiosa e trás consigo os seres que habitam esse grande enigma da vida da magia, seres noturnos saem de seus esconderijos e se colocam a seguir seus caminhos e suas atividades mágicas, seres da noite levantam-se para glorificar a mãe amada, terna e carinhosa.
Assim são os homens e as mulheres, os homens a força torpe do sol, que queima devoradora da vida e escurece aos olhos com sua claridade e energia da força bruta, essencial para se prosseguir, mas a mulher é o outro lado, é a bondade da lua que se levanta e da o descanso aqueles que são escravos do sol, com sua grande melodia magicamente os enfeitiça levando-os ao mundo dos sonhos e fazendo com que vejam aquilo que o sol escondeu durante seu domínio, a lua bondosa e misteriosa revela, sendo assim temida por todos, ela rompe e sobrevive em meio as trevas e domina a força do oculto, das mares levando e voltando as águas, guiando os impetuosos entre os vales do alem morte da noite escura, e se recolhendo de tempos em tempos para que nunca se esqueça de sua soberania e que sem ela não seria possível se viver em meio a escuridão total que o sol mesquinhamente provoca com sua ausência, a qual a mãe bondosa se levante em defesa de todas as criaturas, não as diferenciando entre belas e feias, de pureza ou sombras, das criaturas mais mágicas e angelicais até as mais sinistras e maléficas, a mãe ama a todos, incondicionalmente.
A mãe da a vida, se unindo a escuridão de tempos em tempos, sendo copulada e criando novas criaturas, até o lado negro do sol não resiste a ela pois seu lado negro de sombras a toma, com tanta vontade e desejo que muitos dos seres do sol, param para ver sua copulação com a adorável mãe, a mãe não se nega, a mãe protege, a mãe tudo dá, das terras das brumas, aos lagos silenciosos aos mares agitados, da solidão das montanhas gélidas ao estremo deserto ela se faz presente, mesmo os raios tenebrosos rompendo os céus fugitivo das águas da chuva lhe dão espaço, a mãe silenciosa, e quando ela se enche de gloria com sua gestação maravilhosa, seus amados seres os lobos cantam em sua homenagem, uma canção tão antiga que causa arrepios a qualquer ser vivo e todos se calam para que seus servos possam louvar a deusa que da a vida e a morte.
Linda lua no céu, lua cor de prata, dos amantes, lua negra dos ocultos servos dos poderes antigos, lua vermelha do desejo dos vampiros, slogs e todas as criaturas antigas e mágicas, mãe geradora e provedora, lua, deusa mulher, deusa dos desejos, deusa do sexo e de todos os sentidos, lua amada mãe minha mãe..
De sua serva, que sempre lhe da reverencias...
Violet.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Proverbios do Inferno.

Proverbios do Inferno.
No tempo da semeadura, aprende; na colheita, ensina; no inverno, desfruta.
Conduz teu carro e teu arado por sobre os ossos dos mortos.
A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria.
A Prudência é uma solteirona rica e feia, cortejada pela Impotência.
Quem deseja, mas não age, gera a pestilência.
O verme partido perdoa ao arado.
Mergulha no rio quem gosta de água.
O tolo não vê a mesma árvore que o sábio.
Aquele, cujo rosto não se ilumina, jamais há de ser uma estrela.
A Eternidade anda apaixonada pelas produções do tempo.
A abelha atarefada não tem tempo para tristezas.
Os alimentos sadios não são apanhados com armadilhas ou redes.
Torna do número, do peso e da medida em ano de escassez.
Um cadáver não vinga as injúrias.
O ato mais sublime é colocar outro diante de ti.
Se o louco persistisse em sua loucura, acabaria se tornando sábio.
A loucura é o manto da velhacaria.
O manto do orgulho é a vergonha.
Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da educação.
As Prisões se constroem com as pedras da Lei, os Bordéis, com os tijolos da Religião.
O orgulho do pavão é a glória de Deus.
A luxúria do bode é a bondade de Deus.
A fúria do leão é a sabedoria de Deus.
A nudez da mulher é a obra de Deus.
O rugir dos leões, o uivar dos lobos, o furor do mar tempestuoso e a espada destruidora são fragmentos de eternidade grandes demais para os olhos humanos.
A raposa condena a armadilha, não a si própria.
Os júbilos fecundam. As tristezas geram.
Que o homem use a pele do leão; a mulher a lã da ovelha.
O pássaro, um ninho; a aranha, uma teia; o homem, a amizade.
O que hoje se prova, outrora era apenas imaginado.
A ratazana, o camundongo, a raposa, o coelho olham as raízes; o leão, o tigre, o cavalo, o elefante olham os frutos.
A cisterna contém; a fonte derrama.
Um só pensamento preenche a imensidão.
Dize sempre o que pensa, e o homem torpe te evitará.
Tudo o que se pode acreditar já é uma imagem da verdade.
A águia nunca perdeu tanto o seu tempo como quando resolveu aprender com a gralha.
Da água estagnada espera veneno.
A raposa provê para si, mas Deus provê para o leão.

sábado, 2 de outubro de 2010

O SILÊNCIO DOS LOBOS



Pense em alguém poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?
Os Lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exactamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe... Sorria... Silencie... Vá em frente...
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correcto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "ARREPENDO-ME DE COISAS QUE DISSE, MAS JAMAIS DE MEU SILÊNCIO".
Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais, use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas."
Aldo Novak

A VIDA DEPOIS DA VIDA

A VIDA DEPOIS DA VIDA


A morte não é o fim de tudo.
Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra.
Na morte o homem acaba, e a alma começa.
Que digam esses que atravessaram a hora fúnebre, a última alegria a primeira do luto. Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?
Eu sou uma alma.
Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.
O que constitui o meu eu, irá além.
O homem é um prisioneiro.
O prisioneiro escala penosamente os muros de sua masmorra, coloca o pé em todas as saliências e sobe até o respiradouro.
Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz. Assim é o homem.
O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.
Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?
Porque não possuirá ele um corpo subtil, etéreo, de que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?
A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo.
É por demais pesado para esta terra.
O mundo luminoso é o mundo invisível.
O mundo luminoso é o que não vemos.
Os nossos olhos carnais só vêem a noite.
A morte é uma mudança de vestimenta.
A alma, que estava vestida de sombra vai ser vestida de luz.
Na morte o homem fica sendo imortal.
A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a Terra, pelo que faz nela.
A morte é uma continuação. Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.
As almas passam de uma esfera para a outra, tornando-se cada vez mais luz, aproximando-se cada vez mais de Deus.
O ponto de reunião é o infinito.
Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.
Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.


VICTOR HUGO

Desejo de um Amor

Desejo de um Amor

Aqui no silencio da noite, me encontro comigo;
E olhando através do espelho, vejo a imagem refletida;
Um vulto com contornos negros, aperto os meus olhos e não vejo mais a minha figura metamórfica;
Mas sim a sua sombra projetada pela luz, como uma parte obscura do meu ser;
Noto que a sua permanência é algo que me agrada e me incomoda, através dos rugidos dentre as paredes dessa minha caverna.
Gelada ao olhar, porém quente e confortavel quando se coloca o véu de prata diante dos olhos e na escuridão. não nos resta outros sentidos além do sentir...
Quero você mais próximo, ao mesmo momento que sua proximidade seja tão distante e os corpos se repelem , ao próximo da união quase que total do intelecto e da alma;
Não quero ser sua nem por um único momento pois sei que és aquele que me mostrará novos horizontes
Onde o egoísmo não cabe, e que nosso desapego cresça cada vez mais, assim como a necessidade da união espiritual, toma nosso desejo a cada dia;
Suas palavras ditas entre frases diferentes, furam as minhas entranhas e me levam a confusão, quando quero negar a mim mesma, que não sei  que a sua luta por negar é a mesma.
Seus olhos e a sua linguagem corporal me mostram o que você realmente quer, e a confusão rumo ao que não se quer encontrar se torna fatal.
Quero ser o regato cristalino, o fogo que queima e o vento que sopra uma doce melodia nos seus ouvidos ao mesmo tempo que lhe toca os cabelos;
Quero ser o exagero, o excesso e a pulsação;
Mas não quero jamais, poder ser sua, pois não quero travas nem obrigações.
Ser apenas natural, livre, solta e verdadeira.
Que nossos momentos juntos não sejam eternos, mas sim a realidade que se encontra no fundo do posso.
Espero que a minha muralha seja forte o suficiente para não deixa-lo entrar e que não se descubra o segredo que ela mantém.
 Um único desejo tenho, o que seja permitido apenas no momento certo, nos vermos um de cada lado do espelho congelado pelo tempo, para que sejamos livres para voarmos juntos rumo ao desconhecido.
Por tudo isso não te quero, pois não desejo ser unica,
Mas sim aquela que jamais você à de encontrar...
 
Violet

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Liber Sancti Jacobi

Liber Sancti Jacobi


O Liber Sancti Jacobi, também conhecido como Codex Calixtinus, foi compilado e assinado no século XII pelo papa Calisto II.
É um documento escrito sobre a peregrinação jacobea, composto de vários materiais que foram sendo redatados por diversas épocas de forma independente, tendo a sua compilação final datada por volta de 1160 e assinada pelo papa Calisto II. O Codex possui 225 folhas manuscritas em latim e é composto por cinco partes ou livros. Está guardado na Catedral de Santiago de Compostela e é considerado um dos principais documentos sobre a peregrinação jacobea no período medievo.
O primeiro livro, intitulado "Anthologia liturgica", é o mais extenso do códice, possui caráter litúrgico. Consiste numa antologia das humilias, cantos litúrgicos, cantos de peregrinos e de sermões em homenagem ao apóstolo Santiago que se celebravam na catedral de Santiago no período medievo. O sermão "Veneranda dies", cerne do livro, mostra o sentido e a valoração da peregrinação a Santiago, constitui, acima de tudo, um manuscrito musical. A maior parte das peças são melodias gregorianas. Mas também há uma vintena de peças polifônicas, as primeiras a ser notadas e contém a primeira notação de uma peça a três vozes: "Congaudeant catholici", assinada por "Magister Albertus Parisiensis", sendo a maior parte das composições assinadas por franceses durante os séculos IV, V e VI.


O segundo livro, "De miraculi sancti Jacobi" ("Milagres de Santiago"), é uma compilação de 22 milagres atribuídos a Santiago, ocorridos em diversas partes da Europa, em especial no percurso do Caminho jacobeu, esses milagres tem um caráter de legitimação da figura sacra de Thiago, mostrando seu enorme poder frente aos descrentes e sua proteção aqueles que clamam por seu nome, por honra e glória do Senhor.
O terceiro livro, "Liber de translatione corporis sancti Jacobi ad Compostellam", é relatada a evangelização do apóstolo Santiago nas terras da atual Espanha e a transladação do seu corpo, após a sua morte pela espada, por mando do rei Herodes, seu translado pelo mar até a chegada em Finisterrae, as superações enfrentadas por seus seguidores e provas da vontade de Deus em segurar um sepulcro para Tiago, em terras espanholas.
O quarto livro, "Historia Karoli Magni et Rothalandi". Narra a história de Carlos Magnoe na Espanha em um tom épico e fantástico. Mais conhecido como a "Crónica Pseudo-Turpin", por ter sido atribuída ao bispo Turpin. Conta o sonho de Carlos Magno e o chamado do Santo para a defesa da rota até a peregrinação de Carlos Magno, até o sepulcro do Santo mártir, impulsionando assim a peregrinação francesa.
Ao quinto livro, "Iter pro peregrinis ad Compostellam", conhecido como Guia do Peregrino de Santiago de Compostela, foi escrito entre os anos 1135 e 1140 aproximadamente. É um verdadeiro manual de conselhos práticos para os peregrinos, dotado lugares onde descansar, qualidade das águas, as relíquias a venerar, as gentes e cidades do caminho ou os santuários a visitar antes de chegar à catedral de Santiago de Compostela.




Uma musica que eu adoro
Ira - Ciganos

Quem sabe um dia vamos
Correr o mundo sem estarmos sós
Parece estranho o tempo
Que a cada dia é mais veloz

Somos ciganos do amor
Amor cigano
Sigamos então

O céu é nosso teto
O seu amor, o nosso pão
Rios e mares vão
Se transformar em nosso chão

Somos ciganos do amor
Amor que não tem país, nem tem religião
Amor cigano,
Sigamos então

Vamos deixar correr
Seguir o rumo
Da nossa sorte

Para não se perder Deixar viver
Será seu norte

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Salvação fraterna

Engraçado..

Hoje eu estava pensando na  vida e no que anda se passando nos ultimos tempos de diferente, e notei que a minha vida social morreu... (ou quase!)
Ai diante de um susto e um assombro, me perguntei!?: "Se ela morreu foi  porque eu realmente estou sem tempo, pois tenho uma monografia para fazer e estou deixando de passar algumas horas com meus amigos em prol do meu bem maior?
ou se: "Eu estava colocando a monografia, como desculpa e não estava saindo muito de casa porque não aguento mais as pessoas se embebedando ao meu lado e dando gargalhadas bizarras a respeito de coisas ridiculas?!"
Ahhhhh....
O simples fato de eu estar pensando nisso já é uma resposta, e eu tento me enganar ainda pensando que as pessoas acreditam que eu realmente tenho uma monografia para fazer. 
Bem sim, não é mentira, é verdade, assim como é certo que o meu tema nao é nada simples.
Mas sabe quando o não começa a interferir na sua vida, e até o convite daquele gatinho lindo de morrer você nega, porque esta fazendo monografia e no final de semana tem uma pilha de textos pra ler? 
Não você não sabe porque você não fez isso!
E você nota a tempo, por causa de uma unica pessoa, que nem todas as conversar são inuteis, assim como nem todas as gargalhadas são forçadas?
Bem o certo é que deve ser isso,
Cansei de ficar sorrindo para alguem que nao pára de falar besteiras e bebendo feito um idiota, quando ja esta completamente bebado e ainda ter de aguentar isso, como se nao bastasse,  no fim da noite ou no amanhecer ter que ainda falar que a noite foi muito massa... ¬¬''
Educação as vezes é um porre!
Bem, mas tem uma pessoa e dela saem outras pessoas que fazem as mesmas coisas e outras não...
Mas aquela pessoa ainda esta ali sorrindo para você e falando aquelas barbaridades que as pessoas tanto falam, mas são as barbaridades que você quer ouvir naquele momento, porque aquela é a unica pessoa que você pode fazer com que se torne a Salvadora do Mundo...
Sempre temos um salvador da pátria indepedentemente se ele(a) seja homem ou mulher, e independentemente da sua idade, profissão, religião (e outros ãos a mais)...
Ahh meu amigo muito obrigado por você ser diferente.
Beijos fraternos

Violet

A deusa Ixchel

A deusa Ixchel foi adorada pelos Maias da península do Yucatã, em Cozumel, sua ilha sagrada


DEUSA IXCHEL
"Eu faço fios de energia
na teia da criação
Onde nada existia antes
do vazio
para o mundo
eu fio criando a vida
a partir da minha mente
a partir do meu corpo
a partir da minha consciência
do que precisa existir
Agora existe algo novo
e toda a vida é alimentada."


Ixchel é a deusa Lua adorada pelos maias da península do Yucatán.
A libélula é um de seus animais. Segundo a mitologia, quando ela quase foi morta pelo seu avô por tornar-se amante do Sol, a líbelula cantou sobre ela até que se recuperasse.
Seu lado suave é o de deusa do arco-íris, estando também relacionada às mulheres grávidas, à fertilidade e aos nascimentos. Por isso há imagens onde ela segura uma lebre, pois além deste animal ter relação com a fertilidade em várias culturas, diz-se que ao olhar à lua cheia podemos perceber uma marca em forma de lebre.
Também aparece relacionada à serpente que aparece sempre em sua cabeça nas estatuetas e desenhos meso-americanos. No seu lado sombra, é destruidora, cruel, e rege manifestações destrutivas da natureza como inundações, por exemplo.
É a deusa relacionada à criatividade, à tecelagem, à saúde, à medicina.
Sua influência é notada nas chuvas, nas marés, no tempo de lua da mulher, nas fases da lua, em nossa intuição, em nossa luz e sombra, na vida e na morte.


O nativo americano possui o dom da intuição, da razão, do livre arbítrio e da vontade. Capacidades que o tornaram observador da natureza, que passou a ser seu guia e mestre. Acabou por reconhecer que ele próprio era parte dessa natureza e que todas as coisas possuem alma, porque tem forma. Assim, os maias definiram a alma como algo material,  não confundindo alma com espírito, como no nosso pensamento atual das ordens religiosas espiritualizadas. Consideravam o espírito como energia solar e a alma como uma forma de manifestação do espírito, espírito este que se encontra em tudo que nos rodeia.
A religião dos maias,  baseou-se em todos os "segredos coletado" da Mãe-natureza, deste plano terrestre em união com as leis cósmicas. Com este material, os iniciados maias formularam sua Religião-Ciência.
O povo maia possuíam uma grande religiosidade, apresentando um complexo e dominador panteão, que nos revela indivíduos de atividades essencialmente agrárias. Suas divindades apresentavam um caráter ambivalente, que podia ter um aspecto positivo, tanto quanto negativo conforme sua força e sua intencidade. Como por exemplo, a chuva tão necessária para a vida e que faz crescer as plantas, também podem afogá-las, por excesso e essa dualidade se identifica com um casal divino ou pode ainda manifestar-se nos perfis contraditórios de uma mesma divindade, como o bem e o mau que abita dentro dos seres desencadeados conforme seu fico e direcionamento.
Na concepção maia, uma divindade pode revestir-se com um caráter benéfico e depois maléfico, passando da juventude à velhice . Constata-se, que não existe impermeabilidade entre os universos celeste, terrestres e subterrâneo e que uma divindade pode encontrar-se nestes mundos diversos e ter ciclos diferentes.
 Podemos reagrupar as divindades maias em 3 grandes famílias: Celeste, Terrestre e Subterrânea. Para o céu existiam 13 divindades maiores, 7 para a terra e 9 para o mundo subterrâneo. Diferentes dos mexicanos (mexicas), não prestavam culto ao deus do fogo. Estranhamente, seu grande deus, Hanab Ku, criador do mundo e pai de todas as divindades, ocupava um lugar medíocre no panteão maia.
Entre as divindades celestes, o Sol (Kinich Ahau, deus solar) e a Lua (Ixchel) detinham um lugar preponderante e todas as lendas estavam associadas a este casal. Antes de serem transferidos para o céu, os dois viviam como cônjuges sobre a terra, onde a senhora Lua não era uma esposa fiel. No embate de uma discussão o seu marido Sol lhe retirou um pouco de seu brilho.
Podemos entender com clareza porque os povos antigos escolhiam o Sol como deus dos homens e a Lua como das mulheres, pois suas características parecem corresponder ao masculino e feminino, e assim, se justifica a escolha destes símbolos. A história da maioria das religiões é a história do poder de tais símbolos, e toda a sua simbologia é representada pela dualidade de feminino e masculino ou bem e mau.
As artes da música, da cerâmica e da caça foram colocados sob a proteção do Sol (veia masculina),assim como a gravidez, o parto, as colheitas e a tecelagem eram da alçada da Lua (veia feminina ou se explica por serem as atividades a elas atribuidas em grande parte das sociedades antigas). Paradoxalmente, vemos no códice esta figurada em suas manifestações hostis e negativas e até destrutivas. Ixchel é entre outras, a deusa das inundações e aparece também, como uma velha colérica, cercada de símbolos fúnebres, uma serpente enrolada sobre o seu crânio, ossadas esparsas e fixas sobre uma saia e garras de rapina à guisa de unhas.

 O nascimento, a morte...., dois traços ambivalentes, mas que sempre fizeram parte do pensamento indígena, tomado pela figura feminina mutando na figura da mulher todo o mistério, que está envolvido a ela com seu poder de gerar a  vida e encantar tudo a sua volta.

Les Meves Fonts

Bem...
 
Aprendi que existem diversos assuntos que me encantam... Pouco a pouco, vou deixando aqui as minhas "descobertas"... Espero sinceramente que acrescente algo de conteúdo na sua estrada. 

Les meves fonts (em Catalão, minhas fontes), não se trata apenas de fontes históricas.
São todas as questões que envolvem nossa vida.

E como tudo o que ocorre em nossa vida faz parte dessa história, das pessoas simples...     Não dos grandes nomes ou personagens memoráveis dos livros, contos e canções que foram cantas e recitadas por muitos e muitos séculos... Mas sim, dos simples que formam os pilares do tempo.

Pretendo dividir um pouco do que tenho em minha alma, que é confusa e cheia de névoas, alma inquieta que quer a todo custo encontrar...

Formada do mais variado e maravilhoso mosaico , de fatos  e gostos "descobertas".
Mosaico este refletido nessas páginas...

Violet.